terça-feira, 8 de setembro de 2009

As surpresas da vida


Há algum tempo, comecei a namorar um cara. Ele é nove anos mais velho que eu, carinhoso, divertido e inteligente.
Quando ele começou a me paquerar, eu estava solteira e pretendia continuar assim por um bom tempo, uma vez que poucos meses antes tinha sofrido uma decepção terrível. De forma que recusei o primeiro pedido dele para ficar comigo. Ele insistiu e novamente, eu recusei. Ele pediu outra vez e eu fiquei balançada e curiosa. Por que esse cara queria tanto ficar comigo? Aceitei sair com ele.
Conversamos durante umas quatro horas (ou melhor, ele conversou comigo, uma vez que eu sou tímida e não falo muito, a princípio) e depois o moço me levou pra casa. Ao chegarmos nas redondezas, paramos e os dois começaram a falar muito, pois ainda não tínhamos nos beijado (eu havia gostado dele, afinal) e já ficávamos ansiosos. Num determinado momento, ele se movia sem parar e eu dizia alguma coisa quando, de repente, ele me beijou.
O modo como nós começamos foi engraçado e uma coisa muito gostosa de se viver. Hoje eu estou muito apaixonada por este homem-menino, o qual eu recusei três vezes(sim, pois por medo de me envolver e me machucar, tentei me afastar dele enquanto ainda não estávamos namorando), mas que quis continuar comigo assim mesmo. Eu me senti muito lisonjeada por essa insistência, claro, que mulher não se sentiria?
Ele, por sua vez, também demonstra muito carinho por mim, de forma que me sinto feliz por ter continuado com esse doidinho, meu preto. E não sei quanto tempo isso vai durar, mas como escreveu Vinícius de Moraes, "que seja eterno enquanto dure"...

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Faculdade de Geografia


Essa postagem pra nada mais é do que pra comemorar e extravazar a minha ansiedade pois a facudade começa na segunda dia 02. E seja  que Zeus quiser!

domingo, 22 de fevereiro de 2009

Pinturas e esculturas medievais


Eu sinto uma fascinação por elas. São  sensuais e ao mesmo tempo, inocentes. São a perfeita representação da Beleza. São sublimes. E nenhuma descrição e o suficiente para elas, pois não devem ser descritas, mas sim sentidas. Devem ser respiradas, vistas, ouvidas, comidas...devem ser vividas, enfim.

Sobre vampiros


Quando eu era menor gostava de ouvir minha mãe contar histórias sobre seres fantásticos. Alguns eu amava, outros eu temia, mas, por algum motivo os vampiros me fascinavam e tamb´em me deixavam em dúvida. Eu não sabia se sdevia ter medo deles ou se devia gostar desses seres. Bom, eu fui crescendo e acabei por deixar os vampiros pra lá. Mas, ao chegar na adolescência e começar a passar por aquelas transformações que deixam as pessoas meio pra baixo, comwecei a me interesar por coisas mais obscuras, entre elas os vampiros. E tomei minha dexcisão: passei a amá-los, adorá-los e, por um tempo, em que vivia no mundo da fantasia(eu lia um livro de ficção atrás do outro e queria desesperadamente fazer parte de algum deles, porque eu detestava ter que viver no "mundo real", especialmente quando havia um mundo muito mais interessante, bonito e divertido nos livros. E ainsda é um pouco assim.) desejei ardententemente ser um deles. Hoje estou lendo as crônicas vampirescas da Anne Rice e estou viciada. Às vezes, fico lendo por horas a fio marugada dentro e vou trabalhar podre de manhã. Mas vale a pena. Pois enquanto leio esses livros, eu vivo neles e sou um deles. Enquanto leio esses livros, eu realizo meu desejo de outrora!

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Pastel de vento é um pastel sem recheio


Hoje cometi um ato impulsivo: sem pensar duas vezes mais, gastei uma bela duma grana em um um vestido e um par de sapatos. Para começo de conversa, eu nem precisava deles. Depois, e pior ainda: o vestido nem mesmo faz meu estilo. Provavelmente, o utilizarei uma única vez durante a qual ficarei me sentindo a mais estranha das pessoas Após essa compra, me senti muito, muito culpada e novamente constatei que sou uma consumidora compulsiva. De modo que me pus a pensar. 

No mundo capitalista, materialista, superficial em que vivemos, as pessoas sentem-se desprotegidas, inseguras, muitas vezes sem se dar conta disso. Elas nascem e crescem nesse meio e acabam por tornar-se pessoas vazias, ou pessoas que têm algum "recheio", mas com muitas lacunas entre os pedaços recheados. Então, para tentar preencher esse vazio, elas compram. Agregam bens que, convenhamos, não fariam a menor falta se não tivessem sido adquiridos. Como o vestido e o sapato que eu comprei hoje.

Essa é a minha humilde opinião sobre por que as pessoas consomem com tanta voracidade e , baseada nela, tentarei a partir de hoje preencher meu vazio com peças que, eu sei, estão em mim mesma. Sem gastar um centavo!